Carnaval impulsiona comércio no Rio com expectativa de alta de 3,5% nas vendas

O carnaval deve aquecer o comércio do Rio de Janeiro, que poderá funcionar normalmente entre a sexta-feira (28/2) e a quarta-feira de cinzas (5/3). A única exceção é a terça-feira (4/3), dia de feriado estadual, quando apenas lojas em terminais de ônibus e trens, estações de metrô, portos e aeroportos poderão operar.

De acordo com o Sindicato dos Lojistas do Comércio do Rio de Janeiro (SindilojasRio), a abertura das lojas será opcional para os comerciantes e shoppings, seguindo as normas estabelecidas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Para abrir no domingo de carnaval, os lojistas precisam do Termo de Adesão à CCT, enquanto aqueles que desejam operar na terça-feira devem solicitar ao sindicato o Termo de Autorização, respeitando uma jornada máxima de seis horas, com 15 minutos de intervalo.

Mercado animado com aumento de 3,5% nas vendas
Entre os comerciantes do Rio de Janeiro, a expectativa para o carnaval é otimista. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) e pelo SindilojasRio com 250 comerciantes, espera-se um aumento de 3,5% nas vendas até o término da festa, superando a estimativa inicial de 2% feita em janeiro.

Produtos como fantasias, tecidos e adereços de carnaval, bem como roupas leves e moda praia, como shorts, camisetas, biquínis, e calçados, como sandálias e tênis, são os mais populares. O valor médio das aquisições oscila entre R$ 150,00 e R$ 200,00, com a maior parte das compras sendo pagas com cartão de crédito, seguida por Pix, dinheiro e cartão de crédito. As lojas mais populares estão localizadas no Centro.

“O lojista está animado. A grande quantidade de blocos e eventos, além do fluxo de turistas nacionais e estrangeiros na cidade, estimula o comércio. O carnaval desempenha um papel estratégico no fortalecimento da economia do Rio, movimentando uma ampla cadeia produtiva que vai muito além dos dias de festa”, afirmou Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio e do SindilojasRio.

Por: Carolina Sepúlveda

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